“O que você sabe sobre mim?”: peça de teatro estreia nesta semana em Joinville  

A pergunta provocativa que está no centro da dramaturgia do novo espetáculo do Grupo de Teatro Louco é Pouco, que tem direção do ator e professor de teatro Robson Benta, surge da constatação de que o comportamento normativo da sociedade contemporânea define as capacidades de uma pessoa a partir de suas características. 

Cor de pele, raça, gênero, classe social, características físicas, laudos médicos, diagnósticos, padrões de beleza e inteligência estão entre as características que são pano de fundo para as cenas e histórias que o grupo coloca em cena, com leveza e boas doses de improviso. 

No palco, 11 atores encenam o cotidiano e compartilham informações sobre suas características de personalidade, habilidades, desejos e memórias. Nas entrelinhas, a plateia é provocada a ampliar o seu olhar sobre as outras pessoas. “Para onde eu olho quando encontro outra pessoa? O que penso sobre o que vejo? O que eu mostro para os outros do que eu sou? Precisamos lembrar sempre que dentro de cada corpo tem uma pessoa, diferente da gente, mas igual a gente; cheias de histórias!” argumenta Robson Benta, ator, professor e diretor do Grupo de Teatro Louco é Pouco.

O espetáculo também oferece ao público uma experiência em acessibilidade cultural, com a intérprete de Libras, Núbia Amorim, no palco, participando das cenas; e audiodescrição feita com locução ao vivo, integrada ao texto da dramaturgia, possibilitando que todas as pessoas da plateia possam vivenciar os recursos que tornam a arte teatral acessível para pessoas surdas e cegas. “A experiência coletiva de exercitar as práticas de acessibilidade foi muito orgânica durante todo o processo de construção das cenas e ensaios. Todos – atores e equipe técnica – entendem que a audiodescritora e a intérprete também integram a cena, cada uma tem seu tempo e espaço”, explica Iraci Seefeldt, coordenadora de dramaturgia do espetáculo e responsável pela audiodescrição.

O Grupo de Teatro Louco é Pouco é um coletivo de experimentação em teatro, performance e contação de histórias, formado por artistas com múltiplos perfis, pessoas com transtorno mental, neurodiversas e com outras características.

Mantido pelo Instituto Impar, o  grupo foi criado em 2021 por integrantes da Oficina de Teatro do SOIS – Arte para Todos, projeto desenvolvido pelo Serviço Organizado de Inclusão Social, da Secretaria Municipal de Saúde de Joinville, com aulas ministradas pelo ator e professor de teatro Robson Benta, da Escola Municipal de Teatro e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo em parceria com o Programa de Formação Cultural Arte para Todos, do Instituto IMPAR.

Teatro e Cinema 

Imagens dos ensaios e da apresentação de estreia serão exibidos no documentário que conta a história do grupo, produzido pela Futuro Coletivo Filmes. O projeto foi aprovado no Prêmio Catarinense de Cinema – Edição Especial Lei Paulo Gustavo/2023, e está sendo realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo e Ministério da Cultura, por meio da Fundação Catarinense de Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina.

Ingressos à venda 

Os ingressos para a peça podem ser adquiridos antecipadamente pelo Whatsapp do Instituto IMPAR: (47) 99672-0034 ou na bilheteria no Galpão de Teatro da Ajote no dia da apresentação. *Ingressos limitados, sujeito à lotação do teatro.

▪️ Entrada inteira: R$60,00  
▪️ Meia entrada: R$30,00 (estudantes, idosos e pessoas com deficiência e usuárias da RAPS – Rede de Atenção Psicossocial, CAPS e SOIS) 
▪️ Camiseta do espetáculo: R$80,00
▪️ Kit Apoio Louco é Pouco – R$200,00 (Ingresso, camiseta e nome na lista de apoiadores).

Serviço

O que: Peça teatral “O que você sabe sobre mim?”, com o Grupo de Teatro Arte para Todos, do Instituto IMPAR. Direção: Robson Benta.
Quando: 10 de novembro, domingo, às 16h. 
Onde: Galpão de Teatro da AJOTE, Rua Quinze de Novembro, 1383, América (em frente ao Museu de Arte de Joinville, anexo à Cidadela Cultural Antártica).

Associação das Letras traz IA para Encontro de Escritores e Leitores

O uso da inteligência artificial (IA) na produção de textos estará no palco dos debates do XII Encontro Catarinense de Escritores e Leitores (ECEL), que ocorrerá em Joinville nos dias 22 e 23 de novembro de 2024. O tema “Arte Literária – Inovação na Escrita” sintetiza a profundidade deste olhar para o futuro.
A Associação das Letras (AL), que promove o evento, entende que “não pode ignorar o impacto que a IA está causando também na literatura”, diz a presidente da entidade, Silvana Beeck Stival. O público será recebido na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil – Sala Agrippina Vaganova, a partir das 18h30 de sexta-feira (22/11). O assunto da vez já estará na palestra de abertura, com o estudioso no assunto e professor Arthur Menezes, que abordará “Como a inteligência artificial está inovando a escrita”. A noite de sexta-feira terá também o pré-lançamento da Antologia 2024 – Arte Literária – “Um Olhar sobre o Palco da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil”.


No sábado, a programação começa às 9h com uma apresentação musical de Edmar Dionísio e na sequência a palestra “A estética na literatura”, com o professor Thiago Prado. A palestra seguinte será da jornalista Claudine Nunes, com o tema “Conquistando leitores na era digital: a nova jornada do escritor”. A tarde de sábado trará novamente a IA para o centro das atenções do XII ECEL, desta vez reunindo os três palestrantes do evento no painel “O fantasma da inteligência artificial na literatura”. A mediação será da jornalista Simone Gehrke.


O encontro reservou para as horas finais uma apresentação musical do Coral Escola Bolshoi e a 1ª Feira Literária AL, além de networking e café.
O encerramento está previsto para as 18h. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas AQUI.

Programação

22 de novembro – sexta-feira
18h30 Credenciamento – retirada de material
19h – Cerimonial de Abertura – (Cerimonialista Albenize Ballen Bueno).
Apresentação artística.
Discurso presidente AL – Silvana Beeck Stival
Pré-lançamento Antologia 2024 – Arte Literária – Um Olhar sobre o Palco da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil.
19h30 – Palestra abertura – Arthur Menezes – “Como a inteligência artificial está inovando a escrita”
20h30 – Coquetel (congraçamento).

23 de novembro – sábado
8h30 – Recepção – Credenciamento – Retirada de material – Café
9h – Abertura – Apresentação musical
9h15 – Palestra – Thiago Prado – “A estética na literatura”
10h15 – Intervalo – Café
10h30 – Palestra – Claudine Nunes – “Conquistando leitores na era digital: a nova jornada do escritor”
11h30 às 13h30 – Intervalo almoço
13h30 – Recepção – Network/café
13h45 – Painel: O fantasma da inteligência artificial na literatura. Mediação: Simone Gehrke
Painelistas: Arthur Menezes, Claudine Nunes e Thiago Prado
15h15 – Apresentação musical – Coral Escola Bolshoi
15h30 – 1ª Feira Literária AL
Networking – café
18h – Encerramento

Amandos Sell celebra 50 anos de arte no Instituto Internacional Juarez Machado

O artista plástico joinvilense Amandos Sell inaugura a exposição que comemora seus 50 anos de carreira artística, intitulada “Amandos Sell, 50 anos de Arte”, no próximo sábado dia 24 de agosto, às 10h, no Instituto Internacional Juarez Machado. As obras que serão apresentadas ao público são de diversas fases do artista, que iniciou profissionalmente na 4ª Coletiva de Artistas de Joinville, em 1974. A exposição tem a curadoria do Produtor Cultural Luciano Itaqui e pode ser visitada até o dia 1º de novembro.

Amandos Sell, celebra cinco décadas de atividades artísticas, sendo um dos principais e mais reconhecidos artistas de Joinville, em seu currículo diversas exposições individuais, coletivas, premiações e homenagens. A exposição “50 anos de Arte”, apresenta 30 obras e traz um recorte da trajetória desse prolífico e atuante artista joinvilense.

Sell nasceu no dia 12 de julho de 1942, filho dos agricultores Eugênio e Erna Sell, e foi morar ainda pequeno na região serrana de Joinville, nas proximidades da região do Rio do Júlio. Teve uma infância simples no interior de Joinville. Quando adulto após vários empregos resolve se dedicar à pintura. Hoje aos 80 anos, continua com a mesma paixão quando iniciou profissionalmente nos anos 70,  o artista tem consciência que são poucos os artistas que chegam aos 50 anos de carreira em atividade, nunca parou de produzir sua arte primitiva, ingênua e encantadora.

Sell representa a Arte Naif, estilo de arte que surgiu na Europa no século XIX, suas obras coloridas e expressivas são referência utilizando a técnica do pontilhismo, sempre criando com liberdade e estilo próprio. O artista não frequentou a academia de artes, sua arte nasceu de forma autodidata, enquanto ainda era operário em uma fábrica. Aprimorou suas técnicas e produziu obras no estilo acadêmico quando foi aluno de Victor Kursancew, na Escola de Artes Fritz Alt.

Os temas de suas pinturas destacam a paisagem rural de Joinville e região, representando a arquitetura trazida pelos colonizadores alemães nas casas em estilo enxaimel e seus jardins com a riqueza do colorido das flores da época, sempre trazendo vida e graciosidade às suas composições. Com suas pinturas procura valorizar o homem do campo e seu estilo de vida, registrando em suas obras as belas paisagens bucólicas que com o passar dos anos se apresenta agredida e transformada pelo processo do desenvolvimento urbano.

O livro “Cenas de Arte Naïf de Amandos Sell”, escrito pelo crítico de arte Oscar D’Ambrosio, com prefácio do Crítico de Arte Walter de Queiroz Guerreiro, foi lançado em 2011, eternizando sua obra, e mostrando o quanto sua pintura naif esteve sempre em constante renovação, o artista leva seu pontilhado para o acrílico, óleo sobre tela e óleo sobre eucatex, o livro traz uma biografia completa do artista, com imagens de obras de diferentes fases da pintura ingênua de Sell.

Para a exposição que comemora seus 50 anos de Arte, apresenta ao público obras em acrílica e óleo sobre tela, algumas integram o acervo pessoal do artista, o público poderá apreciar algumas obras que não são pintadas na sua conhecida técnica pontilhista, são pinturas a óleo da época em que estudou com Kursancew, nos anos 70.

Amandos apresenta ao público algumas obras com 50 anos de criação e outras mais atuais produzidas recentemente. E sobre comemorar 50 anos de carreira o artista deixa a seguinte mensagem “Me sinto muito feliz realizando essa exposição, foram anos de dedicação à arte, nem sempre foi fácil, mas valeu a pena, temos que ter muita persistência, procurar melhorar sempre o nosso trabalho, a preocupação do artista é procurar aperfeiçoar cada vez mais, embora esteja bom as vezes, sempre tem um jeito de conseguir fazer melhor, deixar melhor o trabalho, isso é importante. Por mais que seja difícil, persistir é a minha mensagem”, conclui o respeitado artista plástico.

Um sábado com muitas atividades culturais no Instituto Internacional Juarez Machado

Rumo aos dez anos de atividade, o Instituto Internacional Juarez Machado realiza a inauguração de três novas exposições, apresentação musical e dois lançamentos de livros unindo o visual, a música, a dança e a literatura em sua nova temporada, com abertura no próximo dia 24. O evento inicia às 10h. Confira a programação:

Serviço:

O que: Abertura das exposições: “50 anos de Arte” de Amandos Sell, “Viajantes” de Heliana Grudzien e “Seleção do Artista” de Juarez Machado.

Quando: Dia 24 de Agosto, sábado
Onde: Instituto Internacional Juarez Machado, Rua Lages 994 – América, Joinville/SC.
Quanto: Entrada Livre

Ator que deu vida a Cruz e Sousa no teatro e no cinema realiza eventos literários em Joinville e arredores

Após interpretar o poeta catarinense Cruz e Sousa nos palcos e nas telas ao menos quatro vezes e gravar em vídeo toda a obra “Últimos Sonetos”, com interpretação em Libras e audiodescrição, agora o ator Robson Benta quer divulgar a obra do poeta e compartilhar suas experiências relacionadas à acessibilidade cultural em intersecção a questões raciais e à diversidade humana.  

Este é o objetivo do novo projeto: “Eventos Literários Cruz e Sousa para Todos”, que teve estreia em maio, em Blumenau, e será realizado nos meses de junho e julho, com dois encontros em Joinville e e um integrando a programação da 10ª Feira do Livro de São Francisco do Sul. 

A primeira apresentação em Joinville será nesta quinta-feira, 27 de junho, às 19 horas, no auditório da Escola Municipal Monsenhor Sebastião Scarzello, no bairro Itaum. O encontro é gratuito e aberto à toda comunidade. 

O ponto inicial de cada encontro é a exibição do videobook com os poemas de Cruz e Sousa interpretados por Robson Benta e com recursos de acessibilidade. Esse trabalho se torna o gancho para a roda de conversa em seguida, para falar sobre a vida e a obra do homem negro que aprendeu a ler, escrever e se tornou poeta em uma sociedade catarinense e brasileira ainda escravocrata. 

“Passado mais de um século da morte do poeta Cruz e Sousa,  o que se constata na realidade contemporânea é que ainda há um longo caminho a percorrer, para que artistas brancos e pretos tenham as mesmas condições de trabalho e desenvolvimento artístico no nosso país”, afirma Benta. 

Além das questões raciais, o ator também compartilha com o público sua experiência com ações e projetos de acessibilidade cultural e a importância de políticas que garantam o direito de acesso a pessoas com deficiência, a obras históricas e culturais, como a de Cruz e Sousa. 

“Com este projeto propomos ampliar a percepção coletiva sobre o valor da diversidade humana, tendo como base o legado de Cruz e Sousa e sua obra artística, sob um olhar conectado com a vida contemporânea”, conclui Benta. 

Os participantes do evento também serão convidados a participar de uma vivência artística, afinal, além de ator, Robson Benta é professor de teatro e um dos fundadores do Programa de Formação Cultural Arte para Todos, promovido desde 2012 pelo Instituto de Pesquisa da Arte pelo Movimento – IMPAR. 

O projeto “Eventos literários – Cruz e Sousa para Todos” foi selecionado pelo Edital Lei Paulo Gustavo LPG SC 2023 e executado com recursos do Governo Federal e Lei Paulo Gustavo de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense da Cultura. O trabalho conta com o apoio do IMPAR. 

O evento literário também faz parte da programação da 10ª Feira do Livro de São Francisco do Sul e será realizado no dia 29 de junho, sábado, às 18 horas, no salão principal. A entrada é gratuita e não requer inscrição ou retirada de ingresso. 

Por fim, no dia 13 de julho, também um sábado, o evento literário será realizado no Ponto de Cultura da Amorabi – Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Itinga. Lá, o evento está marcado para às 9h30, igualmente com entrada gratuita. 

Sobre Robson Benta

É diretor dos grupos de teatro “Arte para Todos” e “Louco é Pouco”, integrante do Coletivo Impar de Teatro, fundador e professor de teatro do Programa de Formação Cultural Arte para Todos, mantido pelo do Instituto de Pesquisa da Arte pelo Movimento – IMPAR, desde 2012. Recebeu a Medalha de Mérito Cultural Cruz e Sousa, entregue pelo Conselho Estadual de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina (2022). Ao longo dos 40 anos de carreira, dirigiu várias peças e grupos de teatro e atuou em diversos espetáculos e filmes.

Em sua trajetória como ator, interpretou Cruz e Sousa pela primeira vez, como protagonista, em 1995, ao lado da atriz Zezé Motta, no filme “Alva Paixão”, dirigido pela cineasta Maria Emília de Azevedo. Depois deste primeiro encontro, o escritor simbolista e sua obra passaram a figurar em diversos projetos e apresentações de Leituras Dramáticas promovidas pelo ator/professor, até ganhar forma de espetáculo teatral, com a peça “Emparedado”, dirigida por Borges de Garuva, com a Cia Joinvilense de Teatro, em 2007/2008. Em 2009 interpreta Cruz e Sousa, mais uma vez, como protagonista, no filme “Entre Tulipas e Girassóis”, de Celso Carlos Castellen Jr.; e em 2012 no videoarte “Uma escada para João, da Cruz e Sousa”, produzido pelo Instituto Impar.

Kênia Clube realiza evento gratuito com muita arte e cultura

De 24 a 26 de maio, a Sociedade Kênia Clube receberá a comunidade com uma série de atrações gratuitas. Trata-se da 1ª Edição do Festival Kênia com Vida, que marca um novo ciclo da entidade, que ganhou mais vida, consolidando-se como um centro cultural de referência. E que como o trocadilho no nome sugere (Com Vida), faz um convite a toda a comunidade para que prestigie as atrações no Kênia, localizado no coração do bairro Floresta, na rua Botafogo, 255. “Vai ter música, cinema, dança, desfile de moda e festival gastronômico”, antecipa o presidente do Kênia, Edson Sestrem.

A abertura do evento será dia 24, às 19 horas, e na sequência será realizada a exibição do filme A Cor Púrpura, seguida de roda de conversa sobre o longa, um musical baseado no romance de mesmo nome, que conta uma história de superação de uma mulher afro-americana que construiu uma irmandade. Já no dia 25 de maio, a programação inicia às 12 horas com o Grupo Mistura Brasileira (Chorinho), apresentação da Escola de Samba Príncipes do Samba, Show Nacional com Marquinhos Diniz e Pagode com o Grupo PURA CASO.

No dia 26 de maio, haverá Transmissão ao vivo do Programa Chora Cavaco com participação do Grupo Bera Samba a partir das 11 horas, diretamente do Kênia, e às 14h15 haverá apresentação da CIA 255 e uma Mostra da Oficina de Corte e Costura Afro-brasileira. Logo depois, às 15 horas, terá Roda de Samba com o Grupo Samba Lá D’Casa, e às 17h15 a Escola de Samba Príncipes do Samba (cuja sede é o Kênia) volta a se apresentar. Para encerrar a programação, a partir das 18 horas, o pagode fica por conta do cantor Marco Andreii.

Com relação ao Festival Gastronômica, que será nos dias 25 e 26, sendo sábado das 12 às 20 horas e domingo das 11 às 20 horas, dentre as opções confirmadas estão o acarajé e churrasquinho (no almoço). Haverá ainda feira de artesanato, com um artista visual que destina as verbas angariadas com as vendas para o Haiti e três artesãos, que trabalham com cerâmica, madeira e até ferramentas ancestrais.

“Importante ressaltar que o projeto Kênia Com Vida conta com apoio do Bistek, Condor e ICRH Tigre, por meio do Programa de Incentivo à Cultura (PIC), Fundação Catarinense de Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina”, enfatiza o presidente.

Confira a programação completa da 1ª Edição do Festival Kênia com Vida:
🎫ENTRADA GRATUITA:

24 de maio 🎬
19h – Abertura da casa
19h30 – Exibição do filme A cor Púrpura
21h30 – Roda de conversa sobre o filme

25 de maio 🎶
12h – Abertura da casa com o chorinho do Grupo Mistura Brasileira
14h15 – Apresentação da Escola de Samba Príncipes do Samba
15h – Show Nacional com Marquinhos Diniz
17h20 – Pagode do Grupo PURA CASO

26 de maio 🎵
11h – Transmissão ao vivo do Programa Chora Cavaco com participação do Grupo Bera Samba
14h15 – Apresentação da CIA 255 e Mostra da oficina de Corte e Costura
15h – Roda de Samba com o Grupo Samba Lá D’Casa
17h15 – Apresentação da Escola de Samba Príncipes do Samba
18h – Pagode com o cantor Marco Andreii

Evento conta ainda com: Feira de Artesanato e Festival Gastronômico

Explorando o Passado Esquecido: Grupo Revela História Oculta de Joinville

Descobrindo a Verdade Histórica de Joinville: Grupo de Investigação da História Popular lança iniciativa

Joinville, conhecida por sua ordem e influências germânicas, muitas vezes é descrita pelas elites como uma cidade pacífica, deixando de lado as revoltas populares, greves e lutas comunitárias que moldaram sua história. Em um esforço para trazer à luz uma narrativa mais completa, surge o “Grupo de Investigação da História Popular de Joinville”.

Este grupo, composto por estudantes, trabalhadores e ativistas de movimentos sociais e sindicais, tem como missão investigar a formação social de Joinville e região a partir da perspectiva das classes oprimidas. Com o apoio essencial da Biblioteca Comunitária Lutador Dito, o grupo está lançando sua primeira iniciativa.

Os dois primeiros encontros estão programados para junho e serão dedicados à análise do trabalho de Iara Andrade Costa, intitulado “A cidade da ordem: Tensões sociais e controle (Joinville – 1917/1943)”. A tese está disponível para leitura aqui.

Os encontros serão realizados na Biblioteca Comunitária Lutador Dito, localizada na Amorabi (Associação de Moradores e Amigos do Bairro Itinga), na rua dos Esportistas, 510, bairro Itinga. As datas e detalhes dos encontros são os seguintes:

1º ENCONTRO:

  • Data: 8 de junho (sábado)
  • Horário: 9h30
  • Discussão: Introdução e Capítulos 01, 02 e 3 (144 páginas)

2º ENCONTRO:

  • Data: 15 de junho
  • Horário: 9h30
  • Discussão: Capítulo 4, 5 e Considerações Finais (100 páginas)

Para participar ou obter mais informações, os interessados podem entrar em contato através do WhatsApp (47) 999413774 ou seguir o Instagram da Biblioteca Comunitária Lutador Dito (@biblioteca_dito). Junte-se a nós nesta jornada de descoberta e reflexão sobre a verdadeira história de Joinville.

Museu Nacional de Imigração e Colonização abre a exposição “Miradas do Porvir”

Nesta quinta-feira (23), às 15h, o casarão do Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC) reabre com a exposição de longa duração “Miradas do Porvir”. O espaço é administrado pela Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) da Prefeitura de Joinville e a abertura integra a programação da 22ª Semana Nacional de Museus. Para a finalização da exposição e últimos detalhes no jardim do museu, o MNIC estará fechado nesta terça e quarta-feira (21 e 22), reabrindo ao público na quinta-feira, a partir das 14h.

Os visitantes terão acesso aos três andares da “Maison de Joinville”, que é o casarão principal, com material expositivo e interativo em 13 salas. Os espaços apresentam as diferentes formas que os imigrantes enxergavam o deslocamento e aborda os olhares das pessoas que chegaram no Sul do Brasil a partir de meados do século XIX. Além disso, a proposta é promover uma reflexão sobre as experiências colonizadoras, os significados implicados no termo colono e as dificuldades enfrentadas pelo imigrante que se instalou na região Sul naquele período.

Experiência e interação com o público

Para que o visitante viva essa experiência, a exposição terá sala imersiva, inclusive com oleografia. Um filme com aproximadamente quatro minutos de duração, com projeção nas paredes e no chão, leva o público a refletir sobre o direito à imigração, questões de territórios e fronteiras. Durante a exibição, o visitante terá a sensação de ser um personagem do filme, uma vez que estará integrado ao espaço onde a projeção ocorre. Outra atração que promete prender a atenção do visitante é uma experiência tecnológica, por meio de projeção mapeada, em que será possível acompanhar a constituição de uma colônia desde o início, com a chegada dos primeiros imigrantes. Ainda neste contexto, em um dos momentos da exposição, o visitante encontra uma parede interativa com fotos de igrejas da região, ao virar a imagem, está a história desses locais.

Monitores com touch screen possibilitam que o visitante tenha acesso às fontes utilizadas durante a pesquisa para a montagem da exposição, que além da língua portuguesa, tem tradução para inglês e espanhol. Em uma das salas, o público poderá sentar no banco de uma charrete. Neste mesmo local, há um mapa que mostra de onde vieram os imigrantes que se instalaram na região Sul do Brasil naquela época. Há ainda móveis e utensílios que complementam a experiência durante a visita.

Segundo o secretário da Secult, Guilherme Gassenferth, o Museu Nacional de Imigração e Colonização é um dos mais visitados do Sul do Brasil e a nova exposição reflete, após mais de seis décadas, o ingresso do MNIC no campo da museografia contemporânea.

“Mesmo com a ampliação do recorte temático para a imigração no Sul do Brasil, conforme o presidente Juscelino Kubitschek expressou na lei da criação do museu em 1957, fizemos questão de manter Joinville como a protagonista que sempre foi neste importante museu e preservar o orgulho dos joinvilenses”, afirma o secretário.

Para a superintendente estadual do Iphan, Regina Helena Meirelles Santiago, a exposição “Miradas do Porvir” é um importante convite ao público para refletir sobre as experiências e o legado dos migrantes, com uma expografia modernizada, que valoriza o rico acervo do Museu Nacional de Imigração e Colonização e o belíssimo Palácio dos Príncipes, que já havia sido restaurado pelo Iphan.

“Sua abertura marca a conclusão de um frutífero processo de renovação do MNIC, construído com parceria, diálogo e muito trabalho entre as equipes do Iphan, da Secult, do MNIC e da Straub Design”, afirma Regina.

A montagem da exposição teve um investimento de R$ 2,9 milhões e foi executada com verba do Governo Federal, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Trabalho desenvolvido no preparo da exposição

Quando a exposição “Miradas do Porvir” começou a ser pensada, entre os objetivos estava a discussão sobre a imigração e a colonização no século XIX, abordando as histórias e memórias dessas pessoas que chegaram ao Sul do Brasil.

“Os imigrantes europeus foram necessários para a construção de um novo projeto de Brasil, como alternativa central para atender as expectativas do governo imperial brasileiro. Foram atraídos para serem mão de obra durante a colonização e acabaram enfrentando conflitos com as populações que já estavam aqui”, explica a coordenadora do MNIC, Elaine Cristina Machado.

Ao tratar da imigração neste século, a “Miradas do Porvir” também volta o olhar para a perseguição sofrida especialmente por imigrantes alemães e italianos durante a campanha nacionalizadora de Getúlio Vargas, vigente no período do Estado Novo (1937-1945).

Além disso, a exposição aborda os saberes e fazeres que resultam das atividades implicadas nas operações da indústria rural, no emprego da mão de obra familiar e na distribuição de responsabilidades de afazeres dentro das propriedades rurais.

A educadora de museu, Alcione Resin Ristau, lembra que para essa reflexão é importante observar aspectos da cultura popular como as atividades, causos, contos e rezas. “Que resultava dos trabalhos de mutirão ou em família, bem como abordar os distintos sentidos empregados sobre a infância e o que implicava em ser criança nessa lógica familiar”.

“Agora temos um recorte patrimonial do museu, conforme previsto na sua criação. Tratamos das expectativas de um futuro que sempre se quer e espera. Que seja próspero, repleto de ricas e exitosas experiências, mas que nem sempre o porvir dá conta de superá-las e atendê-las”, explica a gerente de patrimônio e museus da Secult, Roberta Meyer.

O Museu Nacional de Imigração e Colonização também conta com o espaço expositivo “‘Saberes e Fazeres”, que integra a exposição “Miradas do Porvir”. Este espaço fica aos fundos da “Maison de Joinville” e está em uma edificação contemporânea. A exposição apresenta itens do acervo museológico com diferentes tipologias e dimensões. Conta com painéis, mobiliários expositivos, cenografias, recursos interativos e de acessibilidade. O jardim e a Casa Enxaimel também estão abertos a visitação.

O Museu Nacional de Imigração e Colonização abre de terça-feira a domingo, das 10h às 16h e está localizado na rua Rio Branco, 229, com vista para a Rua das Palmeiras. A visitação é gratuita.

“Histórias não contadas: Curso de roteiro no presídio feminino de Joinville”

O projeto nasce ao dialogar com o cineasta Juliano Lueders e perceber na sua formação profissional a relação direta com documentários de temas relacionados às mulheres que sofrem de vulnerabilidade social, ainda saber que há ausência de outras linguagens artísticas e pedagógicas no espaço prisional como ferramenta de experiência, vivência e formação cultural.


O ensejo também surge a partir da experiência da pesquisa de teatro e prisão desenvolvida pela VAI! Coletivo nos anos de 2019-1, 2022-2 e 2023-2, com a atriz e professora Samira Sinara, essa prática foi como desdobramento da montagem do solo performático ©elas no ano de 2010, em parceria com a diretora Daiane Dordete Steckert Jacobs (UDESC-CEART), naquele momento o projeto foi contemplado pelo edital de cultura SIMDEC- Mecenato. A VAI! também se caracteriza como grupo que dialoga na transversalidade e no uso das linguagens como forma híbrida, seja na produção, formação e pesquisa dos seus trabalhos. Neste ano de 2024, a VAI! celebra 15 anos de atuação na cidade e no estado catarinense.

O curso de roteiro visa incentivar e conhecer a linguagem do cinema na percepção da existência de mulheres protagonistas como co-autoras de suas histórias de baixo ou nenhum acesso a arte, resultando inclusive, na melhora da alfabetização dessas mulheres, que possuem a realidade das estatísticas brasileira em relação à violência social, bem como ausência do papel do Estado nestas instâncias. Olhar a si e ao outro com novos sentidos e pensamentos decorre a proposta do curso de roteiro no Presídio Feminino de Joinville (PFJ) para duas turmas alcançando aproximadamente 30 mulheres ao longo de quinze encontros (totalizando a carga horária de 60h/aula), iniciando suas atividades no dia 11 de abril e finalizando no dia 25 de julho de 2024. O curso também oportuniza o certificado para cada aluna reeducanda ao final do curso.

Nesses encontros haverá a exibição de documentário, leituras, atividades práticas e dinâmicas, que de forma lúdica abrangem o tema, personagens, situações, lugares vividos ou imaginários como forma de ver e sentir o mundo além das grades. O curso resultará na criação e
elaboração roteiros pelas alunas reeducandas que serão apresentados na última aula através de leituras encenadas. Ainda haverá a partilha desta experiência e vivência no cárcere pela equipe técnica do projeto como contrapartida, no auditório Chico Lessa da sede do Centro de
Direitos Humanos Maria da Graça Bráz de Joinville – dia 03 de julho de 2024 (19h-20h), o material gerado e profícuo busca incentivar à pesquisa e refletir sobre o papel da ressocialização no sistema penal brasileiro a comunidade joinvilense. O curso permite ainda um caminho de novos olhares e perspectivas a partir do cinema proporcionando autoestima, coletividade, autonomia, que são capacidades e valores humanos despertados por meio da cultura como suportes para capacitação e reinserção na sociedade brasileira contemporânea.

Foto: Samira Sinara

O curso de roteiro faz parte do Projeto ‘histórias não contadas: curso de roteiro no Presídio Feminino de Joinville, contemplado pelo Edital Lei Paulo Gustavo Municipal LPG Joinville 2023 – executado com recursos do Governo Federal e Lei Paulo Gustavo de Emergência Cultural, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (SECULT) com realização VAI! Coletivo e apoio do Centro de Direitos Humanos Maria da Graça Bráz Joinville (CDHMGB) e Conselho Carcerário de Joinville (CCJ).

Sinopse:
entre telas, imagens que revelam vidas. O Curso de Roteiro no Presídio Feminino de Joinville traz das palavras sentidas e pensadas do cinema, as vivências e experiências da sala de aula (entre) professor e alunas que buscam juntos novos olhares e perspectivas da arte na sociedade contemporânea. Afeto. Escuta. Agora ELAS são autoras e protagonistas de suas próprias histórias.

Ficha técnica
Coordenadora Geral: Samira Sinara
Assistente de Produção: Nathielle Wougles
Arte Educador: Juliano Lueders
Arte e Mídia: VAI! Coletivo
Assessoria de Comunicação: Nathielle Wougles e Samira Sinara
Intérprete de Libras: Núbia Amorim
Apoio Administrativo: Jackson Silva
Realização: VAI! Coletivo

Apoio: Centro de Direitos Humanos Maria da Graça Braz (CDHMGB), Conselho Carcerário de Joinville (CCJ)
Projeto contemplado pelo Edital Lei Paulo Gustavo Municipal LPG Joinville 2023 – executado com recursos do Governo Federal e Lei Paulo Gustavo de Emergência Cultural, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (SECULT).

SERVIÇOS
O QUE? Curso de Roteiro no Presídio Feminino de Joinville
QUANDO? Abril – Julho de 2024
HORÁRIO? Vespertino com carga horária 4horas/aula – total 60horas/aula
VAGAS? 30
Gratuito


CONTRAPARTIDA DO PROJETO
O QUE? Ação Formativa: RODA DE CONVERSA sobre HISTÓRIAS NÃO CONTADAS: CURSO DE
ROTEIRO NO PRESÍDIO FEMININO DE JOINVILLE
QUANDO? 03 de Julho de 2024
HORÁRIO? 19h-20h

ONDE? Centro de Direitos Humanos Maria da Graça Bráz- CDH Joinville. Auditório Chico Lessa
Rua Urussanga, 554. Bucarein
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA + 18 anos
PÚBLICO ALVO artistas, estudantes, diretores e produtores do cinema, direito, psicologia, bem
como a comunidade em geral
Gratuito com ACESSIBILIDADE

Oficinas de Acessibilidade Cultural: Capacitando para a Inclusão!

Formação gratuita: oficina de acessibilidade cultural ocorrem em maio em dois espaços culturais de Joinville 

Formação busca auxiliar artistas, produtores e gestores na realização de projetos e eventos acessíveis a pessoas com deficiência. Além de Joinville, oficinas também ocorrem em Itajaí e Florianópolis 

Nos dias 04 e 18 de maio (dois sábados), a jornalista e produtora cultural Iraci Seefeldt, oferecerá duas oficinas de acessibilidade cultural voltadas a artistas, produtores e gestores culturais. Os eventos têm inscrições gratuitas e irão ocorrer na Associação de Moradores e Amigos do Bairro Itinga (Amorabi), no dia 04, e no Espaço AZ Arte, no Centro, no dia 18.

O projeto é realizado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Lei Paulo Gustavo; e contempla outras duas oficinas também em maio, em Itajaí e Florianópolis.

Nas oficinas Iraci vai compartilhar com os participantes experiências e práticas de  acessibilidade cultural desenvolvidas a partir da experiência de mais de 12 anos coordenando o Programa de Formação Cultural Arte para Todos, promovido pelo Instituto de Pesquisa da Arte pelo Movimento – Impar desde 2012. 

A proposta busca atender uma demanda cada vez maior por formação técnica em práticas inclusivas na gestão de eventos e projetos culturais, impulsionada pela ampliação das políticas públicas afirmativas de inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência no meio artístico e cultural.

“Nas oficinas serão apresentadas práticas e conceitos aplicados em projetos de formação cultural, pesquisa e experimentação artística e produção de eventos e espetáculos, desenvolvidos dentro de uma perspectiva de “aprender a fazer com” a pessoa com deficiência”, explica Iraci Seefeldt. 

Cada oficina terá duas horas de duração com momentos reservados para a realização de dinâmicas, relato de experiências e discussões a partir de dúvidas dos participantes, tudo em formato de roda de conversa, com linguagem simples e ambiente acolhedor. Para cada encontro há 30 vagas disponíveis e os interessados podem se inscrever previamente pelo link https://heylink.me/impar/ e garantir sua vaga; ou se inscrever no local e dia do evento, conforme disponibilidade de vagas.

Além de Joinville, as oficinas também serão realizadas em Itajaí e Florianópolis, nos dias 06 e 14 de maio, respectivamente. Em Itajaí, o encontro será na Câmara de Vereadores, no bairro Ressacada, das 19h às 21h. Já na capital do estado, a oficina ocorre no Espaço Cultural Baiacu de Alguém, em Santo Antônio de Lisboa, das 19h30 às 21h30. 

“Abrir as portas para essa transformação no olhar e na relação de convívio com a diversidade humana é um dos objetivos do Arte para Todos, que por meio dos grupos artísticos e profissionais da equipe técnica, busca sensibilizar e capacitar as famílias e sociedade a agir assertivamente na construção da autonomia e protagonismo das pessoas com deficiência, transtorno mental e outras características”, enfatiza Iraci.

Serviço 

Oficinas de Acessibilidade Cultural em Joinville 

04 de maio (sábado), das 9h30 às 11h30. 
Local: Amorabi (Rua dos Esportistas, 510 – Itinga). 

18 de maio (sábado), das 15h40 às 17h40.  
Local: Espaço AZ (Rua Tijucas, 401 – Centro). 

Itajaí e Florianópolis 

06 de maio (segunda-feira), das 19h às 21h. 
Local: Câmara de Vereadores de Itajaí – Avenida Vereador Abrahão  João Francisco, 3825 – Ressacada. 

14 de maio (terça-feira), das 19h30 às 21h30. 
Local: Espaço Cultural Baiacu de Alguém – Rua Padre Lourenço R. de Andrade, 650 – Santo Antônio de Lisboa.

Salada Cultural: Cultivando Arte e Autenticidade

O Salada Cultural nasceu de uma inquietação, percebida diante do cenário de talentos sufocados pela falta de espaços adequados. A semente foi lançada em 2017, quando a primeira edição do Salada Cultural surgiu, unindo 10 artistas visuais, 2 grafiteiros e 4 talentos musicais. Mais que um evento, era uma celebração da criatividade em suas múltiplas formas.

Após os acontecimentos da pandemia em 2022, o Arraiarte marcou um novo momento. Sob sua atmosfera junina, o time do Salada Cultural se formou, reafirmando o compromisso com a arte autoral. Na segunda edição, 44 artistas visuais, 2 grafiteiros e 9 atrações musicais ocuparam o espaço.

Já em 2023, uma nova vertente ganhou vida com o Saladelas, dedicado exclusivamente às mulheres artistas. Com 30 artistas visuais, 9 talentos musicais no palco principal e 4 DJ’s no palco eletrônico, o evento ecoou os sons e cores da diversidade feminina, deixando sua marca na cena cultural.

Agora, em 2024, o Salada Autoral retorna com uma nova edição. No majestoso espaço do Museu de Arte de Joinville (MAJ), 60 artistas visuais, 12 atrações musicais e 8 DJ’s criam uma atmosfera vibrante no palco eletrônico. A feira também estará presente, oferecendo um universo de marcas autorais, completando essa experiência autoral e diversa que é o Salada Cultural.

Quando? 11 de maio às 13hs
Quanto? entrada gratuita
Onde? Museu de Arte de Joinville (MAJ), R. XV de Novembro, 1400 – América, Joinville – SC