MAJ propõe projeto “Mangueio” de inserção social e humanização do entorno

Com o objetivo de humanizar o seu entorno e de contribuir para a efetiva inserção social de artesãos, malabares e acrobatas em situação de rua, o Museu de Arte de Joinville (MAJ) está desenvolvendo o projeto “Mangueio”. A iniciativa consiste em uma série de encontros baseados no diálogo e na convivência com as comunidades que vivem e atuam próximas ao museu, procurando não apenas transformar pessoas, mas unir diferentes tribos por meio da arte.

O primeiro encontro do projeto aconteceu no início de maio como forma de selar uma colaboração que já existia anteriormente entre o MAJ e um grupo mambembe que se encarrega dos cuidados com o entorno do museu e da manutenção do seu jardim. Neste dia, um grupo de aproximadamente dez homens e mulheres reuniram-se com a diretoria do MAJ,  e com os autores Jura Arruda e Fabrício Porto (que lançavam livro) para discutirem as diferentes possibilidades de associar os trabalhos manuais, os poemas, os malabares, os desenhos e os outros trabalhos que desenvolvem àquelas manifestações artísticas já consagradas pela tradição e que encontram acolhida no museu de arte.

O segundo encontro entre artistas, museu e participantes do projeto aconteceu no dia 19 de maio. Nessa conversa, o foco recaiu sobre as estratégias práticas e técnicas que podem tornar a produção destes artistas de rua mais elaborada e convidativa. Uma das deliberações do encontro foi a proposição de oficinas de capacitação elaboradas em parceria com o Centro de Referência Especializado para a População em Situação de Rua – Centro POP.

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